domingo, 17 de março de 2013

O Sapo que Virou Príncipe Continuação

Tenho certeza que você conhece a história do sapinho que foi beijado por uma princesa e tornou a ser um príncipe. Mas você sabe que essa história não termina no "Felizes Para Sempre"?

Pois é, a clássica história do Sapo que vira príncipe ganhou uma continuação divertidíssima e que com toda certeza merece ser lida por você.


Nesta história o autor Jon Scieszka descreve a vida do casal de príncipes como uma vidinha miserável, daí o leitor logo desconfia que as coisas não devem andar tão felizes como deveriam.
O livro trás ilustrações curiosíssimas de Steve Johnson que retratam a incrível saga do príncipe em busca de voltar a ser sapo.


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Informações adicionais:

Título: Sapo que Virou Príncipe - Continuação.
Páginas 32
Tipo de capa BROCHURA
Editora Companhia das Letrinhas
Assunto: Infanto-Juvenis - Literatura Infantil

Compre o livro aqui: Magazinegibi

sexta-feira, 15 de março de 2013

15 de Março - Dia da Escola.

Por uma escola que ensino nossos educandos o prazer de uma bela leitura, por uma escola que propicie um ambiente confortável para que os mesmos se sintam a vontade para viajar nas letras. E que veja a literatura como arte poderosa que é. 


Uma escola de qualidade e para todos. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Críticas a Literatura Infantil

A literatura infantil é linda, e a maioria de nós somos apaixonad@s por ela, mas infelizmente com o passar dos anos ela se transformou em algo que foge das questões da arte, está sendo usada como instrumento responsável para dar lições e formar 'um cidadão'.

Graças a isso as histórias infantis vem ganhando um cunho pedagógico que retira a magia das histórias e impõe sobre elas o poder de dizer o que é certo ou errado e a responsabilidade de ensinar, tornando nossa queria literatura infantil muito previsível e malquerida pelos pequenos.

Trazemos como dica para você uma entrevista que exibe uma crítica muito bem formulada do autor espanhol Gonzalo Moure. 

Na entrevista Moure diz que a literatura infantill está presa, engaiolada, e as grades da gaiola é a ideia de que o livro de literatura infantil serve para acumular apenas lições pedagógicas, que não nos permitem ir além, também fala que se dermos livros que apontam o que as crianças devem ou não fazer é "não ser sincero com elas".

Todos nós queremos ler livros que nos surpreendam, que sejam ousados que nos deixem a pensar, e com toda certeza a Literatura Infantil antes de tudo precisa ser Literatura, precisa ser arte. Precisamos de livros que não se preocupem apenas com ensinamentos, que não mostrem o que sabemos mas que mostrem o suficiente para que surja curiosidade nos pequenos, para que eles aprendam a questionar. Livros que ousem para encantar as crianças e contagiá-las com essa coisa boa que é ler. 
 
Veja aqui a entrevista: Há razões para ignorar a Literatura Infantil.

Dia Nacional da Poesia

Hoje, dia 14 de março é aniversário de nascimento do poeta Castro Alves e por isso a homenagem de ser também o Dia Nacional da poesia, então vinhemos até aqui comemorar junto com você leitor. Pra quem não leu temos algumas postagens falando sobre poesia, sobre como é a estrutura de um poema, e também uma postagem toda especial onde nós autoras do blog arriscamos fazendo dois poemas.

A poesia é umas das estrelas mais lindas da arte da escrita, onde o autor brinca com as palavras pra falar do que sente do que ama ou odeia.
Poetize hoje e sempre! 



Como presente pra você caro leitor, trazemos aqui a poesia: 'No Monte' do grandioso Castro Alves:

"Parei... Volvi em torno os olhos assombrados...
Ninguém! A solidão pejava os descampados...
Restava inda um segundo... um só p'ra me salvar;
Então reuni as forças, ao céu ergui o olhar...
E do peito arranquei um pavoroso grito,
Que foi bater em cheio às portas do infinito!
Ninguém! Ninguém me acode... Ai! só de monte em monte
Meu grito ouvi morrer na extrema do horizonte!...
Depois a solidão ainda mais calada
Na mortalha envolveu a serra descampada!...
"Ai! que pode fazer a rola triste
Se o gavião nas garras a espedaça?
Ai! que faz o cabrito do deserto,
Quando a jibóia no potente aperto
Em roscas férreas o seu corpo enlaça?
"Fazem como eu?... Resistem, batem, lutam,
E finalmente expiram de tortura.
Ou, se escapam trementes, arquejantes,
Vão, lambendo as feridas gotejantes,
Morrer à sombra da floresta escura!...
"E agora está concluída
Minha história desgraçada.
Quando caí — era virgem!
Quando ergui-me — desonrada!"
Castro Alves


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Poema Disponível em:
Imagens disponíveis em: